[Artigo+Planilha] Avaliação Física | Métodos, Técnicas e Equipamentos de Composição Corporal e Avaliação Funcional

Por: Vinicius Zart

CREF: 014991 - G/RS

CEO Ferramentas Fitness

11/11/2015

19 min. de leitura

  • Porque fazer uma avaliação física

Muitas pessoas se perguntam se a avaliação física é importante, se deveriam ou não fazer. Respondo: se você se preocupa com os resultados do seu treinamento, com a sua evolução física e com a saúde, sim, é importante e você deveria fazer!

A avaliação física é a única maneira de quantificar, ou seja, precisar em números, o quanto você progrediu.

Também, através dela, poderá classificar o nível de condicionamento físico e de algumas capacidades específicas, se necessário, e verificar a sua composição corporal.

Outras maneiras de avaliar a evolução de um treinamento são: a percepção do esforço necessário para realizar uma mesma sessão de treino (que com a repetição se torna mais fácil) e a percepção visual das alterações corporais.

Ambas contribuem, mas não fornecem dados concretos.

  • Classificando e quantificando os resultados

Por que classificar o nível de condicionamento físico e de algumas capacidades específicas, apenas se necessário?

Porque ao meu ver, algumas classificações são subjetivas, levam em consideração análises muito amplas e pouco específicas para definir um grau ou nível em que você se encontra.

Portanto, não contemplam a totalidade das situações.

Classificar o nível de condicionamento físico em ruim, regular, bom ou excelente (ou similares), que alguns protocolos sugerem, é uma classificação vaga, pois a percepção do significado desses conceitos é muito particular.

Exemplo: o que é nível bom para mim, pode ser excelente para você ou vice-versa.

A menos que a classificação seja mais específica, para uma capacidade física específica, como força máxima, velocidade máxima, etc. E que o seu índice seja expressado em unidades de medida, como kg, km/h, etc.

Nestes casos, temos dados mais precisos, que podem ser mensurados através de diversos testes de desempenho, em campo ou laboratório.

Mesmo assim, há de se analisar a necessidade de realização de algum teste de desempenho, pois as pessoas tem objetivos diferentes.

Para um atleta, por exemplo, todos esses testes tem uma relevância muito grande, pois o seu objetivo é exclusivamente performance. São comparados dados de pré e pós período de treinamento, para fins de análise da evolução.

Já para um não atleta, se for do interesse dele avaliar alguma capacidade, ou se as classificações forem importantes em termos psicológicos, podem ser feitas sem problemas.

Se não houver interesse nesses testes de desempenho de capacidades, há outras análises que eu considero mais importantes para os não atletas. Uma delas é a da composição corporal, para fins de organização da estratégia de treinamento, pois ela permite uma prévia visualização da necessidade principal de um indivíduo.

Mesmo sendo apenas para dar um norte na estratégia, ainda assim é importante, pois para definir de fato o programa de exercícios, é necessária uma análise mais detalhada de todo o histórico de saúde, histórico médico, dentre outras variáveis.

Quantificar os resultados: neste aspecto, a avaliação física é extremamente importante. Um erro bem comum, que talvez você cometa, é se basear somente na balança para medir a evolução. Mas esse procedimento apenas informa o peso total.

Desse peso não sabemos o quanto é gordura, o quanto é massa muscular ou massa óssea.

Consequentemente não sabemos a real evolução e composição. Somente com a aplicação de alguns protocolos específicos que é possível analisar a composição corporal.

Avaliação Física | Composição Corporal

A avaliação física funciona mesmo? Você já viu até aqui que ela tem uma função importante, agora se funciona, no sentido de ser eficiente, sim, funciona! Mas depende de algumas questões como: protocolo utilizado, equipamentos utilizados, vestimentas adequadas e também a técnica e experiência do avaliador.

Estrutura de uma avaliação física

Não existe uma estrutura padrão, ou seja, algumas empresas e/ou profissionais aplicam mais testes, outros menos, depende de uma série de questões, como a duração da avaliação, o local onde ela é realizada, valores envolvidos e objetivos da empresa/profissional com o procedimento.

Um desses itens, que segue abaixo, é obrigatório. Ou pelo menos deveria ser.

  • Anamnese

Este é um dos itens mais importantes, se não o mais importante, antes de você começar qualquer treinamento.

É uma entrevista realizada pelo profissional de saúde ao seu paciente ou aluno, com a intenção de coletar informações sobre seu histórico de saúde, exercícios e objetivos.

Avaliação Física | Anamnese

É fundamental que você responda com seriedade, pois permite que o profissional verifique aspectos essenciais, que irão orientar a sua estratégia de treinamento.

As medidas são opcionais, mas sem a entrevista é impossível organizar um treinamento.

Se você treina em algum local em que os profissionais não realizaram este procedimento, ou sequer falaram com você após assinar o contrato, saia imediatamente, pois não estão preocupados com os seus objetivos, muito menos com as suas condições de saúde.

Outras análises importantes em uma avaliação física são as posturais. Nesse caso temos duas boas opções, que se complementam:

  • Avaliação postural (estática)

A avaliação postural tem por finalidade principal analisar as curvaturas da coluna vertebral e também de outras articulações, como joelhos, ombros e tornozelos.

É feita através do uso do tato, visão e algumas ferramentas, como a da imagem abaixo (simetrógrafo).

Avaliação Física | Avaliação Postural

Todos nós temos curvaturas naturais, mas quando acentuadas podem causar problemas de equilíbrio, dificuldade na locomoção e muitas dores, pois acabam comprimindo outros tecidos e modificando o centro de gravidade do corpo.

Vários fatores contribuem para o aumento das curvaturas, como a postura inadequada no dia a dia, obesidade, desequilíbrios musculares, frouxidão ligamentar e anomalias congênitas.

A grande maioria pode ser resolvida ou pelo menos atenuada com uma rotina regular de exercícios e alimentação balanceada.

  • Avaliação funcional (dinâmica)

A avaliação postural tradicional é estática, ou seja, a pessoa permanece imóvel durante as análises.

Mas também existem outras avaliações posturais, ou funcionais, com objetivo mais específico de analisar a qualidade de vários padrões básicos de movimento.

Estas são dinâmicas, como testes de agachamento, avanço, mobilidade, estabilidade, etc.

Possuem a finalidade mais direcionada a detectar possíveis limitações de movimento e assimetrias musculares.

Eu diria que essas duas se complementam e proporcionam uma excelente análise da postura e qualidade de movimento, fatores essenciais para a saúde e desempenho nos treinamentos.

Avaliação Física | Avaliação Funcional

Dicas para o dia da avaliação física

Dependendo dos protocolos utilizados, existem algumas orientações específicas, mas de uma maneira geral você pode e deve cuidar alguns detalhes básicos para diminuir a margem de erro.

  • Vestimenta

Por incrível que pareça este é um assunto que cria grandes problemas para o avaliador e consequentemente afeta a precisão dos seus resultados.

Você vai me desculpar pela colocação, se for tímido ou tiver vergonha do seu corpo, mas a avaliação não é o momento de pensar nisso. É um procedimento sério, que visa te auxiliar no seu objetivo, como já visto até aqui.

Portanto é fundamental a vestimenta adequada, que no caso dos homens é somente um calção, sem camiseta e para as mulheres um short e top. Ambos descalços (com exceção dos testes de desempenho).

Por quê? Porque a maioria das medidas precisam ter contato direto com a pele, como perímetros e dobras cutâneas, e o excesso de roupas atrapalha.

Já tive clientes que vieram de calça jeans ou não queriam retirar a camiseta. Nestes casos, não tem como realizar os procedimentos com qualidade.

Avaliação Física | Vestimenta
  • Alimentação

Evite fazer uma refeição pesada perto do horário da avaliação, pois vai interferir no peso total e nos perímetros.

Um lanche leve, de 2 à 3 h antes, seria o mais adequado para uma maior precisão das medidas, no caso da avaliação ser executada no turno da tarde ou noite.

Se conseguir agendar no primeiro horário da manhã, pode ir em jejum mesmo, para não ter nenhuma influência.

  • Exercícios

No dia da avaliação física, anterior a ela, não faça o seu treinamento e nenhum outro esforço prolongado ou muito intenso.

Após os exercícios ocorre um aumento do fluxo sanguíneo nos músculos exercitados, por algumas horas, então isso altera os perímetros. Após a avaliação física pode treinar normalmente.

Já vimos que a avaliação física é importante, se você se preocupa com os resultados do seu treinamento, com a sua evolução e a sua saúde. Vimos também que é a única maneira de quantificar a sua progressão.

A eficiência da avaliação, no entanto, vai depender de algumas questões como: métodos, protocolos e equipamentos utilizados, além da técnica e experiência do avaliador, que vamos entrar em mais detalhes logo mais.

Métodos de avaliação da composição corporal

Existem três tipos de métodos de avaliação da composição corporal: métodos diretos, indiretos e duplamente indiretos.

Cada um é realizado de uma maneira diferente, com equipamentos diferentes e consequentemente fornece informações distintas, com maior ou menor grau de precisão.

Antes de analisarmos cada um, é importante que você saiba que nenhum teste ou medida é perfeito, todos estão sujeitos a erros relacionados a variações biológicas dos indivíduos, técnica e condições de medida e problemas em equipamentos. Justamente essas possibilidades que vamos abordar aqui também.

  • Métodos diretos

Os métodos diretos de avaliação da composição corporal eu tenho a leve impressão que você não vá querer fazer, pois são realizados através da dissecação do cadáver.

São os mais precisos, pois é feito um fracionamento das massas diretamente no corpo.

São separados todos os tecidos, como ossos, gordura, pele, músculos e vísceras. São medidos e pesados, separadamente, por isso extremamente precisos e chamados de diretos. 

Porém, acredito que não vale a pena se submeter a eles para conhecer a composição corporal.

Esses métodos começaram a ser mais estudados e desenvolvidos a partir de 1921, após um antropólogo tcheco, Jindrich Matiegka, publicar sua a ideia de fracionamento do corpo em tecidos, a partir de medições antropométricas e dados anatômicos de cadáveres que sofreram execuções na Alemanha no século XIX.

Foram os primórdios das pesquisas nessa área, que anos depois deram origem a Cineantropometria – ciência que estuda a mensuração e tamanho das proporções do corpo humano e as suas aplicações e influências no movimento.

A partir das medidas diretas dos componentes estruturais do corpo humano e as suas relações com alguns princípios químicos e físicos, como proporções e densidades dos componentes, foi possível chegar aos dados que proporcionam as estimativas indiretas.

  • Métodos indiretos

Os métodos indiretos de avaliação da composição corporal são viáveis de serem realizados e são considerados o padrão ouro, maior grau de precisão, pois são derivados dos diretos.

As desvantagens são o custo dos procedimentos, pois requerem equipamentos caríssimos, profissionais especializados para manuseá-los e local adequado. São disponíveis somente em alguns hospitais e clínicas especializadas.

Um exemplo é o DEXA (Dual Energy X-Ray Absorptiometry):método de imagem que identifica os componentes (massa gorda, massa magra e massa óssea) através da diferença de densidade de cada tecido.

Avaliação Física | Composição Corporal - Dexa

Outro exemplo de método indireto, mais conhecido, é a Ressonância Magnética, que emite uma radiação elétromagnética e gera uma imagem dos tecidos do corpo.

Conforme as características bioquímicas de cada tecido, gera um sinal de ressonância de diferente intensidade e também uma diferente coloração na imagem, destacando cada um.

Avaliação Física | Composição Corporal - Ressonância

Seguindo o raciocínio da origem dos métodos de avaliação da composição corporal, temos um tipo (direto) que é inviável de ser realizado em vida e outro (indireto) que é possível, mas complexo e custoso.

Foi então, da necessidade de se terem métodos mais simples, que surgiram os duplamente indiretos. Por que esse termo?

Porque, em contrapartida dessa necessidade, as pesquisas com métodos diretos, no final dos anos 80, se tornaram cada vez mais difíceis de serem aprovadas, devido a novas regras nos comitês de ética em pesquisa.

Por mais que sejam cadáveres e que seja pelo bem do avanço da ciência é necessário uma série de autorizações para essa finalidade.

Resumindo, os métodos de dobras cutâneas e bioimpedância, que veremos a seguir, e também outros, foram validados a partir de métodos indiretos.

Foram formuladas equações, através de modelos estatísticos, para predizer variáveis associadas a esses procedimentos indiretos, ou seja, são duplamente indiretos.

  • Métodos duplamente indiretos

Os métodos duplamente indiretos de avaliação da composição corporal são menos rigorosos, porém apresentam melhor aplicação prática e menor custo financeiro.

Um exemplo é a Bioimpedância Elétrica: método cujo aparelho é portátil e se baseia na condução de uma corrente elétrica indolor de baixa intensidade através do corpo.

É aplicada ao organismo por meio de cabos conectados a eletrodos ou superfícies condutoras, que são colocados em contato com a pele.

Toda matéria oferece uma determinada resistência ao fluxo de corrente elétrica e a oposição ao fluxo da corrente é medida.

Como a gordura tem pouca quantidade de água, ela não é uma boa condutora de energia e oferece maior resistência a corrente. Portanto, esse valor de resistência é proporcional ao percentual de gordura.

Avaliação Física | Composição Corporal - Bioimpedância

A validade e a precisão do método de bioimpedância elétrica são influenciadas por vários fatores, como o tipo de instrumento, colocação do eletrodo, nível de hidratação, alimentação, ciclo menstrual, temperatura ambiente e equação de predição.

Para não comprometer os resultados, alguns cuidados são necessários: não comer ou beber quatro horas antes do teste, não fazer exercícios 12 horas antes, urinar 30 minutos antes, não consumir álcool nas 24 horas anteriores e não ter feito o uso de medicamentos diuréticos nos últimos sete dias.

Além de todos esse cuidados, existem dezenas de equações de predição, que devem ser utilizadas conforme o perfil do avaliado.

Cada equação foi derivada de pesquisas que utilizaram, como amostragem populacional, indivíduos com determinadas características.

Portanto, se não for escolhida a equação equivalente, existe uma margem de erro maior ainda.

Na prática, vemos no mercado muitos equipamentos de bioimpedância que não permitem alterar essa equação. É utilizada a mesma para todo mundo.

Outro exemplo é o método de Dobras Cutâneas, que baseia-se no fato que: aproximadamente metade do conteúdo total da gordura corporal fica localizada nos depósitos adiposos existentes diretamente debaixo da pele (gordura subcutânea).

Portanto, em cima disso, foram elaboradas equações para estimar o percentual de gordura através dos milímetros de gordura das dobras.

Avaliação Física | Composição Corporal - Dobras Cutâneas

Então, por mais que o método de dobras cutâneas também dependa de algumas diferentes equações, conforme o perfil, elas podem ser alteradas diretamente no software utilizado para os cálculos.

Os cuidados pré procedimento, para realizar a avaliação da composição corporal por meio de dobras, também são bem menores e mais simples.

Como nenhum método é perfeito, existem as seguintes possibilidades de interferências:

  • Condições de medida (local): de preferência o ambiente deve ser bem iluminado e livre de barulho, para boa visualização dos pontos de medida e registro dos números corretamente.
  • Técnica de medida: o avaliador precisa de muita prática nos procedimentos para ter a precisão no manuseio dos equipamentos e na marcação dos locais exatos.
  • Procedimento: é muito comum vermos avaliações feitas com pressa, onde são realizadas somente uma aferição. O correto é realizar três aferições em cada dobra cutânea, de forma não consecutiva, ou seja, fazendo um rodízio. E utilizar a dobra mediana como registro final, para diminuir a margem de erro. Ex: medidas com 10, 10,5 e 11 milímetros de gordura, registra-se o 10,5.
  • Calibração de equipamentos: qualquer equipamento deve ser calibrado periodicamente e conforme a frequência de uso, pois vão se descalibrando e perdendo a precisão naturalmente. Exemplos: balanças (peso total), plicômetros (dobras cutâneas), esfigmomanômetros (pressão arterial) e outros.
  • Diferença entre avaliadores: é importante realizar a avaliação sempre com o mesmo avaliador, pois por mais que as técnicas sejam as mesmas, as pequenas diferenças na aplicação delas acabam influenciando nos resultados.

Na verdade, todas essas possibilidades de interferências listadas também podem ocorrer nos outros métodos, portanto a minha sugestão é sempre procurar avaliadores experientes, e de preferência que tenham realizado os cursos da ISAK (Sociedade Internacional para o Avanço da Cineantropometria).

A ISAK tem o objetivo de padronizar a técnica no mundo, justamente pelo fato que mesmo se utilizando uma mesma técnica, os métodos estão sujeitos a erros.

Conclusão

Tirando os erros por desconhecimento dos procedimentos, problemas com equipamentos e pouca habilidade na aplicação das técnicas, uma grande margem de erro encontra-se justamente na conversão de valores reais em percentuais, através de equações.

Os erros de procedimentos, aplicação e equipamentos podem ser facilmente resolvidos com um bom profissional.

Agora quanto as equações, muitas foram elaboradas através de amostras populacionais de outros países, com características completamente diferentes das nossas em termos de estrutura corporal.

Resultado? Valores subestimados ou superestimados, dependendo da equação escolhida.

Essa “necessidade” de conversão em percentuais está muito relacionada com a necessidade de comparação que o ser humano tem, principalmente com outras pessoas.

Com certeza, comparar o percentual de gordura com o de outras pessoas não vai trazer nenhum retorno positivo, muito menos prático, que vá auxiliar na prescrição de um treinamento.

A verdadeira importância da avaliação é justamente identificar oportunidades de melhorias e nortear a prescrição.

Outra função importante é acompanhar o desenvolvimento, que não necessariamente tem que ser através dos percentuais.

É uma forma de ter uma visão geral da situação? Sim, mas devido aos erros que não temos controle, como no caso das equações não específicas, que convertem medidas reais em percentuais, não seria a melhor forma de acompanhar o desenvolvimento.

Dentro desse raciocínio, uma das frases mais sensatas que tive a oportunidade de me deparar, foi a do Dr. Francis Johnston (1982), do Departamento de Antropologia da Universidade da Pensilvânia:

“Antes de converter as dobras em percentual de gordura, convêm utilizar as dobras por si mesmas”

– Dr. Francis Johnston

Para o acompanhamento do desenvolvimento, uma das melhores maneiras, ou seja, com menor margem de erro é apenas pelo somatório das dobras.

Digamos que em uma primeira avaliação, com um protocolo de 7 dobras, seu somatório foi de 95 milímetros de gordura.

Já na reavaliação, em torno de uns 2 meses depois, baixou para 75 milímetros. Isso quer dizer que você reduziu a gordura corporal e está no caminho certo em relação ao treinamento e alimentação, que é o que de fato importa!

Assim você consegue registrar os seus resultados e avaliar a eficiência do seu treinamento!

Agora que você já sabe tudo sobre avaliações físicas, faça o download gratuito da planilha abaixo, para acompanhar a evolução da sua composição corporal e perímetros do ano inteiro.